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Hipertensão e Odontologia

A hipertensão arterial é uma doença altamente prevalente, atingindo entre 15 a 20% da população adulta, podendo chegar a 50% nos idosos. É um fator de risco para doença cerebrovascular e coronária, insuficiência cardíaca e renal. Ela se associa e interage com outros fatores de risco, como dislipidemia, resistência à insulina, intolerância à glicose, obesidade central, microalbuminúria, aumento da atividade de fatores da coagulação, alterações tróficas dos vasos, hipertrofia e alteração da função diastólica de ventrículo esquerdo.

O tratamento odontológico do paciente hipertenso pode ser complicado, uma vez que muitos procedimentos podem causar estresse e induzir aumento adicional da pressão arterial, resultando em diversas complicações como, por exemplo, acidente vascular cerebral (AVC), taquiarritmias, angina e infarto.

Não há manifestações orais claramente reconhecíveis associadas à hipertensão, mas muitos medicamentos anti-hipertensivos podem causar reações adversas que podem servir de pistas para o dentista reconhecer o quadro apresentado pelo paciente. Entre essas, podem ser mencionadas xerostomia, crescimento gengival excessivo, eritema multiforme, parestesias, alteração do paladar, entre outras.
O uso de solução anestésica contendo vasoconstritor só deve ser evitado em pacientes com hipertensão muito elevada e não controlada, mas de forma geral os benefícios associados ao uso de pequenas doses de epinefrina sobrepujam as possíveis desvantagens.

Muitos pacientes hipertensos fazem uso diário de ácido acetilsalicílico e o dentista deve investigar essa possibilidade antes do procedimento odontológico, principalmente quando há possibilidade de sangramento.

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