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Radiação Ionizante na Odontologia

A utilização do exame radiográfico como meio auxiliar no diagnóstico tem sido cada vez maior na Odontologia e as exposições radiológicas na área da saúde constituem a principal fonte de exposição da população às fontes artificiais de radiação ionizante. Dessa forma, torna-se necessário estipular determinadas condutas quanto ao uso correto dos raios-X.

No Brasil, o Conselho Nacional de Energia Nuclear (CNEN) é quem estabelece as “Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica” tanto para o paciente quanto para o profissional que executa o exame. Durante a aquisição dos exames de tomografia,  radiografia panorâmica e periapicais, por exemplo, o paciente faz uso do avental de chumbo que protege o tórax, abdômen e os órgãos reprodutores, para que apenas a área de interesse (a face) seja exposta;
o profissional permanece atrás de paredes/biombos plumbíferos que também o protegem da radiação X.  Quem regulamenta e fiscaliza os estabelecimentos que prestam serviços de radiodiagnóstico é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Além de toda uma legislação imposta pelos órgãos de competência nacional, a Odontologia e Medicina seguem
a mesma filosofia no que concerne à proteção radiológica ao paciente. É o que esclarece o princípio ALARA (As
Low As Reasonably Achievable, ou Tão Baixo Quanto Razoavelmente Exequível): mesmo que os exames radiográficos tenham grande valor como complementação clínica, a segurança do paciente não pode ser posta de lado – por esta razão, a dose de exposição deve ser a mínima possível, desde que a qualidade do exame não seja prejudicada.

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